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NOTÍCIAS

24/01/2019

Transações com cartão

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De acordo com especialistas, a maior adesão do contactless e a demanda cada vez mais forte do consumidor por experiências devem impulsionar a tecnologia e os pagamentos únicos neste ano.

 

Mas, antes de tudo, vamos saber um pouco mais sobre Cartões Contactless:

 

Os cartões contactless são cartões de pagamento com tecnologia de leitura por aproximação. Estes cartões permitem fazer pagamentos sem ter de introduzir o PIN: para o efeito, basta aproximar o cartão (normalmente, a menos de 4 centímetros de distância) de um terminal de pagamento automático (TPA) preparado para receber pagamentos contactless.

 

Há cartões de débito, cartões de crédito e cartões pré-pagos com tecnologia contactless. Esta tecnologia também pode ser disponibilizada através do telemóvel, relógios ou pulseiras.

 

Transações

 

O volume de transações com cartão não-presencial pode superar aquelas com o plástico presente em 2019. O movimento será impulsionado pela adesão aos pagamentos por aproximação e pela demanda por novas tecnologias por parte dos consumidores.

 

O último levantamento da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs) já aponta que até o terceiro trimestre de 2018, 80% dos usuários usam o cartão de crédito nas compras online. Desse total, 66% o fazem pelo celular, alta de 11 pontos percentuais (p.p.) em relação a 2017 (55%).

 

Em seguida vêm as compras pelo desktop (36% contra os 38% anteriores), notebook (32% ante 38%) e tablet, com 4% das transações (estável ante 2017).De acordo com o presidente da Mastercard Brasil, João Pedro Paro Neto, o crescimento no volume de transações com cartão não-presente deverá acontecer em “algum momento de 2019”, puxado pela demanda e pela necessidade de experiências melhores ao consumidor. “O investimento e a adaptação já estão feitos e, agora, estamos vivendo o machine learning.

 

Com o passar do tempo, vamos evoluindo em termos de conhecimento e, consequentemente, em aprovações, e isso não deve demorar. Vamos alcançar acima de 90% em aprovações em, no máximo, um ano e meio, por exemplo”, comenta Paro Neto.

 

Segundo o diretor de produtos da Visa no Brasil, Alessandro Rabelo, a indústria já tem investido em ferramentas que permitam melhorar o cálculo de risco das transações e “aumentar a assertividade”.

“Cada vez mais, algoritmos são aplicados para conseguir trazer uma melhor experiência para o consumidor no momento de compra, com o menor atrito possível e ter a compra segura aprovada”, afirma.

 

Fonte: DCI - Diário Comércio, Indústria & Serviços.